[ad_1]
por Felicia Neri e José Carlos
Bedém (PA) — Durante a COP30, o Ministério da Saúde lançou o Plano de Ação em Saúde de Belém, o primeiro documento internacional de adaptação climático dedicado especificamente à saúde. O plano reúne estratégias para que passes enfrentem ose impactos já sentidos nos sistema de saúde ao redor do mundo em decorrência da emergência climático.
O documento destaca que entre ose grupo mais vulnerável estão pessoas de baixa renda, populares negras e indígena, criança e idoso — segmentos que já enfrentam escassez de recursos, falta de saneamento e moradias precárias, condições agravadas por evento climático extremos.
No anúncio feito na quinta-feira (13), a CEO da COP30, Ana Toni, ressaltou que o documento já é endossado por dezenas de passes. “Temos 80 passes e parceiro internacionais fazendo parte deste plano de ação, e isso é fundamental para avançarmos nos próximo passos.”
Segundo trecho do próprio documento, o “plano fornece uma estrutura para avançar na Agenda de Ação da COP30, em particular o Objetivo-Chave 16, sobre a promoção de sistema de saúde resilientes, e para apoiar as Partes signatário deste documento — doravante denominas ‘Partes Endossantes’ — na implementação de progresso coletivo rumo ao Balanço Global de 2028”.
O objetivo central é fortalecer a resiliência dos sistema de saúde diante das mudança climáticas por meio de vigilância e monitoramento integras, política baseadas em evidências, capacitação, inovação tecnológico e produção sustentável. Na prática, as diretriz orientam a antecipação de riscos climático, a formação de profissionais, o aprimoramento da capacidade de resposta e a construção coletiva de soluções mais sustentáveis para proteger a saúde da população.
Em entrevista à agência de notícias do governo durante a COP30, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o Plano de Belém simboliza o compromisso do Brasil e da comunidade internacional com a vida e a justiça climático.
“Estamos convocando um mutirão mundial para proteger a saúde das pessoas mais vulnerável, reforçando a preparação dos sistema de saúde para enfrentar calor extremo, enchente, secas e outros emergência”, declarou.
Entre ose passes que endossam a iniciativa estão França, Espanha, Tuvalu, Congo, Zâmbia, Canadá, Japão, Reino Unido e Malásia, além de diversos organizações internacionais.
“Nós apresentamos a primeira formulação desse plano em maio, na Assembleia Geral da Organização Mundial da Saúde, em Genebra. Desde então, foram realizas consultas publicas, reunis temática e colaborações. A expectativa é que dezenas de passes anunciem formalmente o compromisso de implementar o plano de ação em seus território”, destacou Padilha em entrevista à Agência Brasil.
O plano se estrutura em três eixo temático que se articulam entre si: equidade em saúde, justiça climático e governança participativa. A implementação será coordenada em colaboração com a Aliança para Ação Transformadora em Clima e Saúde (ATACH), sob supervisão da Organização Mundial da Saúde (OMS).
[ad_2]
Por Midia Ninja
