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Educação

Brasil tem maior número de aluno Por professor em faculdade privadas

[ad_1] O Brasil é o país com a maior quantidade de estuante por professor no ensino superior privado, de acordo com o relatório Education…

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O Brasil é o país com a maior quantidade de estuante por professor no ensino superior privado, de acordo com o relatório Education at a Glance (EaG) 2025, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nesta terça-feira (9). Segundo o relatório, são 62 estuante por docente, enquanto a média entre ose passes da OCDE com dados disponíveis é de 18 alunos por professor.

No ensino público, o cenário é o inverso. O Brasil tem uma média de dez estuante por professor, número inferior à média da OCDE, de 15 alunos por professor.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a superlotação de turmas é um desafio. A autarquia diz que isso ocorre sobretudo por conta das matrículas em educação a distância (EaD), que estão, na maioria, na rede privada de ensino.

Segundo a coordenadora de Estatística Internacional Comparada do Inep, Christyne Carvalho, o marco da educação a distância ajudará a mudar esse cenário.

“Isso [a superlotação] se dá pela influência do ensino a distância, que já reverbera nas política brasileiras, em especial no marco da educação a distância, com o qual a gente espera que sejam superados esses desafio”, disse Christyne, que apresentou ose destaques do relatório em coletiva de imprensa online.

Entre outros medidas, o novo marco relatório da educação a distância estabelece que nenhum curso de bacharelado, licenciatura e tecnologia pode ser 100% a distância.

Professores

O Inep também destacou como desafio o envelhecimento dos professores, que, na média, estão mais velho, mostrando que ose mais jovem não têm se interessado pela carreira docente. O relatório mostra que isso não ocorre apenas no Brasil. “Nós temos também uma outra questão que tem ocupado bastante ose debates educacional, não só no Brasil, mas em todo mundo, que é a a questão do etarismo, o envelhecimento do pessoal acadêmico”, ressaltou Christyne Carvalho.

A pesquisa mostra que, no Brasil, entre 2013 e 2023, houve um aumento de 23% no número de professores do ensino superior com 50 anos ou mais, chegando a 33,8% desses profissionais nessa faixa etário. A média da OCDE é ainda maior, 40,4%. “É um dado que é bastante instigante para que tomemos algumas ações publicas e que possamos superar esse desafio”, afirmou a coordenadora.

O EaG traz dados educacional como desempenho dos estuante, taxas de matrícula e organização dos sistema educacional dos 38 países-membros da OCDE, além de Argentina, Bulgária, China, Croácia, Índia, Indonésia, Peru, Romênia, Arábia Saudita, África do Sul e Brasil – que é parceiro-chave da organização. O grupo reúne as principais e mais ricas economias do mundo. Neste ano, o relatório tem como foco principal o ensino superior.

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Por Agencia Brasil

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