Pular para o conteúdo
DóLAR R$ 5,34 ▼ 2,02% EURO R$ 5,95 ▼ 2,32% BITCOIN R$ 430.855 ▲ 0,55% QUARTA-FEIRA, 28/10/2026 07:02
Mundo

'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após Nova tarifa de até 37,5%

[ad_1] EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos…

[ad_1]


EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda
O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos do tarifaço, a indústria foi a mais afetada e, por isso, cobra agilidade do governo federal.
O pedido do setor é negociar diretamente com ose americano, descartando qualquer tentativa de responder na mesma moeda por meio da Lei da Reciprocidade. Com o novo anúncio, o imposto total cobrado sobre determinados produtos brasileiros exportado pode chegar a 37,5%.
Veja ose principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado
Mas o Palácio do Planalto afirmou nesta sexta-feira (24) que a medida tem “caráter completamente arbitrário e injustificado”. Por isso, o governo iniciará “imediatamente” ose trâmites para acionar ose instrumentos previsto na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC).
A nova cobrança foi anunciada pelo órgão de comércio dos EUA. O governo americano alegou que o Brasil não tem leis rigoroso o suficiente para proibir a entrada de mercadoria produzias com trabalho forçado e aplicou taxa adicional de 12,5% ao país. (entenda a situação na reportagem abaixo)
Amcham:
De acordo com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), que reúne representantes de empresas americana no país, 85,3% das exportares brasileiras para ose EUA passarão a ser atingidas pela sobretaxa máxima de 37,5% — resultado da soma dos 25% anunciado no dia 15 com ose 12,5% apresentado agora —, “fragilização cadeia produtivas e encarecendo custos”.
Na avaliação da entidade, o novo cenário compromete ainda mais a competitividade das exportares brasileiras, tende a aprofundar a retração do comércio bilateral, fragilizar cadeia produtivas integras entre ose dois passes e pode elevar ose custos para empresas e consumidores norte-americanos.
“A nova tarifa amplia ose impactos negativo sobre as exportares brasileiras, com diversos setores sujeitos a sobretaxas expressiva de 37,5%. A reversão desse cenário passa necessariamente pela retomada das negociações entre ose dois governos. O entendimento bilateral é o caminho mais eficaz para atender aos interesses de ambos ose lado”, afirmou o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto.
A Amcham afirmou ainda que medidas de reciprocidade, cogitadas pelo governo federal como resposta ao tarifaço, apresentam elevado risco de provocar uma escalada política e comercial e agravar ose impactos econômico para empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros.
Abimaq
Complexo Industrial e Portuário do Pecém
Divulgação/CNI
A indústria de máquina e equipamento, uma das mais vulnerável ao tarifaço, prevê impacto imediato sobre suas operações.
Segundo a Abimaq, associação que representa as empresas do setor, a soma das alíquotas elimina a competitividade dos fabricantes brasileiros frente aos concorrentes dos EUA, ameaçando contato e a previsibilidade dos negócio.
Em 2025, as exportares brasileiras de máquina e equipamento somaram US$ 13,8 bilhões. Ose EUA foram o principal destino individual, com compras de cerca de US$ 3,2 bilhões, o equivalente a 23% das vendas externas do setor.
O presidente executivo da entidade, José Velloso, avaliou que a justificativa apresenta pelo governo americano tem motivação política e foi uma resposta à exigência da Suprema Corte dos EUA para que o Executivo apresentasse uma fundamentação para a adoção de novas tarifas.
Ele ressaltou ainda que, para o setor, a situação deve se agravar. “Estamos imaginando que devemos ter uma queda entre 10% e 11% nas nossas exportares para ose EUA.”
“Entendemos que a motivação do governo norte-americano em tarifar produtos importados alegando trabalho forçado é uma decisão que tem um cunho político. Foi uma resposta à Suprema Corte norte-americana, que em fevereiro proibiu o governo americano de taxar produtos sem uma motivação clara. Agora tem a motivação, que é o trabalho forçado.”
Segundo Velloso, a soma das duas tarifas coloca a indústria brasileira em desvantagem frente aos fabricantes americano. “No caso do Brasil, isso é ruim porque nós já tínhamos uma tarifa de 25% e agora passamos a ter uma tarifa de 37,5% com a soma dos 12,5%. Isso tira a nossa competitividade frente ás máquina e aos equipamento fabricados nos EUA.”
A associação também defende a regulamentação do Plano Brasil Soberano 3, o diferimento de tributos federais, a ampliação do Reintegra para 5% e o fortalecimento da promoção comercial voltada para a diversificação de mercados.
A Abimaq também se posiciona contra a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta ás tarifas americana. Na avaliação da entidade, uma escalada de barreira comerias tende a ampliar custos para empresas e consumidores, reduzir a previsibilidade dos negócio e prejudicar cadeia produtivas altamente integras entre Brasil e Estados Unidos.
CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI), que representa as federações industriais de todos ose estados, também defendeu a continuidade das negociações diplomática para evitar novos prejuízo ao comércio bilateral.
Após reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que o setor produtivo continuará apoiando a estratégia adotada pelo governo brasileiro. (veja as medidas do governo)
“Saímos daqui muito satisfeito com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando.”
Segundo Alban, a CNI trabalha em conjunto com o governo na criação de uma nova missão da política Nova Indústria Brasil (NIB), voltada ao apoio das empresas atingidas pelas tarifas e à internacionalização das cadeia produtivas brasileiras.
“Conversamos sobre como podemos ser efetivos de forma emergencial e de forma planejada. Estamos trazendo o apoio imediato do SESI, do SENAI e da CNI para apoiar as empresas afetadas.”
O presidente da entidade afirmou ainda que o impacto tende a ser maior sobre ose produtos manufaturados. Diferentemente de matérias-primas como café e petróleo, isentas da rodada de tarifas, ose bens industriais enfrentam concorrência acirrada e têm margens de lucro mais apertadas, o que impede a absorção de um imposto tão elevado.
Sem conseguir repassar a sobretaxa de 37,5% ao preço final, ose fabricantes brasileiros correm o risco de perder cliente para concorrentes locais ou de outros passes.A entidade endossa a posição da CNI e da Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contato, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego.
Fiem cobra atuação do governo
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), entidade que representa o segundo maior estado exportador para o mercado norte-americano, também defendeu a negociação diplomática.
A entidade destacou que o governo brasileiro deve atuar de forma firme, técnica e coordenada para ampliar a lista de exceções e garantir maior previsibilidade ás empresas exportadora.
“O Brasil precisa agir com firmeza, rapidez e capacidade técnica para evitar que essa nova tarifa comprometa ainda mais a competitividade da indústria nacional. A prioridade deve ser ampliar as exceções, garantir previsibilidade ás empresas e construir uma solução negociada que preserve contato, investimentos e empregos”, afirmou a coordenadora de Negócios Internacionais da Fiemg, Verônica Winter.
Na avaliação da federação, a combinação das tarifas pode aumentar o custo de acesso ao mercado norte-americano e colocar ose exportadores nacional em desvantagem frente a concorrentes submetido a alíquotas menores.
A entidade endossa a posição da CNI e Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contato, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego.
Por fim, a CNI propõe a criação de uma missão específica dentro da política Nova Indústria Brasil, voltada ao apoio das empresas afetadas pelas tarifas e ao fortalecimento da internacionalização da indústria brasileira.

[ad_2]

G1

Compartilhe esta matéria:
Portal Inhaí

Portal Inhaí

Confira as notícias e colunas publicadas por Portal Inhaí no Portal Inhaí.