Por Vinicius Francisco
A Avenida Paulista voltou a ser tomada por apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste sábado (24), a um dia do segundo turno das eleições. A concentração começou perto do Masp, por volta do meio-dia, e, antes das 14h, o trecho em frente ao museu já estava cheio.
Com os dois sentidos da via ocupados, a manifestação se estendeu por pelo menos 12 quarteirões, entre as estações Brigadeiro e Consolação do metrô, segundo a Folha de S.Paulo. A organização informou que o ato chegou a ocupar 14 quarteirões. Ainda não há uma estimativa independente do número de participantes.
No meio do público, bandeiras do Brasil se misturavam às vermelhas, aos cartazes em defesa da democracia e às homenagens às vítimas da pandemia. Movimentos sociais, estudantes e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+ também participaram da mobilização.
A Avenida Paulista voltou a ser tomada por apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste sábado (24), a um dia do segundo turno das eleições. A concentração começou perto do Masp, por volta do meio-dia, e, antes das 14h, o trecho em frente ao museu já estava cheio.
Com os dois sentidos da via ocupados, a manifestação se estendeu por pelo menos 12 quarteirões, entre as estações Brigadeiro e Consolação do metrô, segundo a Folha de S.Paulo. A organização informou que o ato chegou a ocupar 14 quarteirões. Ainda não há uma estimativa independente do número de participantes.
No meio do público, bandeiras do Brasil se misturavam às vermelhas, aos cartazes em defesa da democracia e às homenagens às vítimas da pandemia. Movimentos sociais, estudantes e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+ também participaram da mobilização.
Durante a execução do Hino Nacional, Lula ergueu uma bandeira do Brasil e um exemplar da Constituição diante dos manifestantes. Também exibiu cartazes entregues por apoiadores. Um deles dizia: “Perdi meus pais na pandemia”. Outro defendia: “Mais livros, menos armas”.
Antes de iniciar o percurso, o presidente conversou com jornalistas e comparou a mobilização deste segundo turno à campanha de 1989, quando disputou pela primeira vez a Presidência da República. Para Lula, a participação nas ruas ganhou uma dimensão que vai além dos partidos políticos.
“É o povo que está organizando”, afirmou.
Lula também criticou o adversário Flávio Bolsonaro (PL), a quem acusou de mentir durante a campanha, e disse estar convencido de que vencerá a eleição deste domingo. O ato foi a segunda grande manifestação em apoio a Lula na Paulista em menos de duas semanas.
No dia 11, a avenida também recebeu uma multidão pela reeleição do presidente. Desde o primeiro turno, em 4 de outubro, movimentos sociais, trabalhadores, estudantes e grupos organizados pelas redes sociais vêm participando de atos em diferentes cidades do país.
A manifestação em São Paulo encerrou a campanha de rua de Lula. Neste domingo (25), o presidente enfrenta Flávio Bolsonaro nas urnas, em uma disputa que definirá quem governará o Brasil pelos próximos quatro anos.
Fonte: Mídia Ninja.
