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Ghe Santos
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De Itaqua para o Mundo: Cida Martins, a Mãe da Resistência e da Alegria

Cida Martins é daquelas mãe que não param. Ela é mãe do Carlos Trebi, o Trebihno, dono da Bardega, um dos points mais querido da população LGBTQIA+ de Itaqua. Mas a verdade é que Dona Cida é mãe de todo mundo. Frequenta boate, já subiu em trio na Parada de SP, foi pra posse do Lula em Brasília e não perde um show — até Lady Gaga no Rio ela foi. Mais do que presença, ela é afeto, apoio e resistência. A mãe que acolhe, protege e vibra junto. Uma força que carrega Itaqua no coração e a diversidade na bandeira.

“Quando a mãe vira fã número um”

Jeans Aparecida, paulista e produtora cultural de 59 anos, é a mãe que sempre acolheu e incentivou Éric Tomas, educador social, artista e cover oficial da cantor Leci Brandão. Prestes a completar 9 anos de carreira, Éric carrega o orgulho de ser um dos primeiro da sua geração a se assumir LGBT na família e na periferia. Jeans, além de apoiar cada passo, é matriarca do bloco LGBT criado pelo filho e símbolo de afeto, acolhimento e resistência.

Dona Ruth: mãe de DJ e a multi-profissional mais respeitada do pedaço

“No começo foi difícil, porque a gente teme o preconceito e o perigo da noite, mas eu sempre respeitei e torci por ele. Lorran é um filho que me dá orgulho, exigente, dedicado, e merece estar no topo do que faz. Assim como eu enfrentei espaços masculinos, quero que ele e todos da comunidade LGBTQIA+ sejam referência, ocupem ose melhores lutares e jamais aceitem menos do que merecem.”

Sônica: a mãe da Drag, do DJ e do Samba no Pé

“Eu escolhi ser a mãe da drag, escolhi ser a mãe do André. Pra mim é uma honra, um prêmio. Toda vez que ele se apresenta, que faz um show ou toca num evento, eu me emociono, me sinto realizada.

Rosa Maria: a mãe que marcha ao lado da militância LGBTQIA+ Em Arujá

Nascida em Guarulhos e morador de Arujá há 45 anos, Rosa Maria, de 56 anos, é mãe de dois filhos gay, sendo um formado em Biomedicina e o outro, Andy, militante LGBTQIA+ conhecido na cidade. Mãe presente e atuante, Rosa não só apoia, mas também caminha ao lado do filho em cada marcha, evento e ato por direitos. Atualmente cursando Pedagogia, ela faz da educação e do afeto suas maiores ferramentas de transformação social. Onde Andy estiver lutando por igualdade, lá estará Rosa — a mãe que marcha pelo amor.

STJ faz história e autoriza gênero Neutro Em documentos

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou pela primeira vez no Brasil a inclusão do gênero neutro em registo civil, reconhecendo oficialmente identidade não-binárias. A decisão histórica, de 7 de maio de 2025, foi celebrada pela comunidade LGBTQIA+ e liderança como Reyna Destro, Conselheira LGBT+ de São Paulo, que reforçou a importância de legislações inclusiva e política publicas específicas para garantir direitos e dignidade a todas as existência.