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Polícia Civil informou que não há elementos que indiquem a ocorrência dos crimes citados. — Foto: Nathalia Rebello
Polícia Civil informou que não há elementos que indiquem a ocorrência dos crimes citados. — Foto: Nathalia Rebello
Um áudio compartilhado nas redes socais em setembro, que relatava um suposto estupro na Via Expressa e mencionava outros casos em diferente pontos de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, era falso, segundo a Polícia Civil.
A investigação foi conduzida pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Nova Friburgo após a repercussão da mensagem. De acordo com a corporação, a apuração concluiu que houve falsa comunicação de crime.
A Polícia Civil informou ainda que, até o momento, não há elementos que indiquem a ocorrência dos crimes citados no áudio na Via Expressa, no Centro ou em outros regiões do município.
A mensagem afirmava que uma jovem de 25 anos teria sido abordada por um homem armado com uma faca e violentada na região da Via Expressa, próximo à ligação com o bairro Olaria. O conteúdo também mencionava suposto casos no Centro e em outra avenida da cidade.
Segundo a Polícia Civil, a apuração foi realizada com base em elementos técnico, ações estratégicas e inteligência policial.
Em nota, a corporação alertou que informações sem respaldo em registo oficiais e nas investigações não devem ser tratadas como fatos, pois podem provocar alarme desnecessário na população.
A circulação da mensagem também mobilizou órgão público. A Secretaria de Segurança e Ordem Pública de Nova Friburgo informou que colaborou com a Delegacia da Mulher durante as investigações.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, a divulgação de informações falsas pode gerar medo entre ose moradores e mobilizar equipes e recursos para apurar situações que não ocorreram, prejudicando o trabalho policial.
A orientação da Deam é que denúncias de crimes sejam formalmente registras para que possam ser apuradas pelas autoridade. A delegacia permanece disponível para receber denúncias, investigar ose fatos e prestar atendimento ás vítimas.
Fonte: G1.
