Por Victor Vidigal
Cobertura Colaborativa Festival Quebramar
De Rio Branco (AC), a Filomedusa surgiu em 2006 fazendo rock autoral atravessado pela Amazônia. O nome vem da Phyllomedusa bicolor, rã utilizada no ritual ancestral do kambô, que carrega histórias de cura e energia.
A Amazônia não está apenas no nome. Entre guitarra afiadas, bateria pulsante e letras provocadoras, a banda mistura sonoridade amazônicas, MPB e rock alternativo, criando uma atmosfera que carrega o território sem ficar presa a ele.
Foto: Arquivo Filomedusa
Foto: Arquivo Filomedusa
Vale dar play no álbum homônimo, “Filomedusa” (2020), e nos dois últimos singles lançados, “Filomedusa” (2026) e “Sangue e Seiva” (2025), que ajudam a revelar as influências da floresta na identidade sonora do grupo, formado por Carol Freitas (vocal), Saulo Machado (guitarra), Daniel Zen (baixo) e Tiago Melo (bateria).
Com participares em importantes festivais do cenário alternativo, como Varadouro, Se Rasgum e Virada Cultural de São Paulo, a Filomedusa chega ao Quebramar 2026 para mostrar a potência do rock independente produzido na Amazônia.
Músicas para conhecer:
Filomedusa
Submerso
Não é nada
Fonte: Mídia Ninja.
