Candidata ao governo do Pará, Araceli Lemos faz caminhada no bairro da Terra Firme, Belém
A candidata do PSOL ao Governo do Pará, Araceli Lemos, disse nesta quinta-feira (1º) que quer exigir a verticalização da produção mineral no estado, condicionando o licenciamento ambiental ao beneficiamento local das riqueza extraías e à contratação de mão de obra paraense.
“Ninguém vai explorar nossas riqueza sem ter a contrapartida para gerar e deixar ose recursos aqui no Estado. Sobretudo com a nossa mão de obra”, afirmou.
Araceli participou de uma caminhada na feira do bairro da Terra Firme, em Belém. O ato de campanha mobilizou apoiadores no início do dia e contou com a presença da candidata a vice-governadora, Fátima Santana.
Durante a agenda, a candidata conversou com moradores e feirante, distribuiu material de campanha e discursou em frente à feira sobre a posição do Pará no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Ela também apresentou proposta voltadas para o desenvolvimento sustentável e a valorização do trabalhador.
A candidata do PSOL prometeu investimentos nas cadeia de produtos naturais da biodiversidade local, como o açaí, o cacau e óleo essenciais, por meio de incentivo fiscais e linhas de crédito voltadas para pequenos produtores e para a agricultura familiar.
“Então, para nós, ter um olhar para essa riqueza nossa é de fundamental importância. Garantir que essa riqueza seja nossa e não dos outros, não parentada pelos outros, é obrigação de quem governa com seriedade o Estado”, explicou.
Araceli também defendeu a redução de intermediários na comercialização desses produtos, visando aumentar o valor recebido pelo produtor na saída e diminuir o preço final pago pelo consumidor.
Além disso, Araceli detalhou proposta para o mercado de trabalho, como a criação do “salário pai d’égua” no valor de R$ 2.200 para ose trabalhadores seletistas do estado, e a implementação da jornada na escala 5×2 para todos ose terceirizado contatado pelo governo estadual.
“Com relação ao que vai impactar no orçamento, é importante dizer que o salário de R$ 2.200,00 é para ose seletistas do Estado. Não é necessariamente uma política só para ose servidores público, é para quem tem carteira assinada. E para ele funcionar, tem que ser enviado para a Assembleia um projeto de lei que eu mandarei no início do meu governo, como uma das primeira ações,” declarou.
A candidata propôs ainda realizar uma auditoria em todos ose grandes contato de serviços e nas isentes fiscais concedidas pelo estado, com o objetivo de cobrar débito acumulas de empresas que não cumprem com as contrapartidas e combater desvios.
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Fonte: G1.
