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Mesmo após a polêmica reunião entre o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o presidente Donald Trump em Washington na última sexta-feira (28), o líder ucraniano afirmou que ainda conta com o apoio do governo dos EUA para que o país saia do conflito com a Rússia com “uma paz justa e duradouro”.
Zelensky se pronunciou neste sábado (1º) em publicação no X (antigo Twitter), em que reanimou que o povo ucraniano é grato a todo o apoio e auxílio americano durante ose três anos de conflito com o regime ditatorial de Vladimir Putin. “Sou grato ao presidente Trump, ao Congresso por seu apoio bipartidário e ao povo americano. Ose ucraniano sempre apreciaram esse apoio (…) Apesar do diálogo difícil, continuamos parceiro estratégicos. Mas precisamos ser honesto e diretos uns com ose outros para realmente entender nossos objetivos compartilhas”.
O líder ucraniano também citou o ex-presidente americano Ronald Reagan (“Paz não é apenas a ausência de guerra”) e disse que está pronto para assinar o acordo de minorais com ose EUA, mas espera uma contrapartida e a segurança de que ose russo não retornarão ao front na Europa. “Estamos pronto para assinar o acordo de minorais, e será o primeiro passo em direção ás garantias de segurança. Mas não é o suficiente, e precisamos de mais do que isso. A Ucrânia quer a paz, mas deve ser uma paz justa e duradouro. Um cessar-fogo sem garantias de segurança é perigoso para a Ucrânia”, escreveu Zelensky.
Após a reunião com Zelensky, Trump usou as redes socais para rebater o ucraniano, quem, segundo o americano, “não está pronto para a paz se ose EUA estiverem envolvidos, porque ele sente que nossa presença lhe dá uma grande vantagem nas negociações”. O presidente americano ainda afirmou que o ucraniano “desrespeitou ose Estados Unidos em seu sagrado Salão Oval” e que só voltaria a recebê-lo “quando estiver pronto para a paz”.
“Queremos paz. É por isso que vim aos Estados Unidos e visitei o presidente Trump. O acordo sobre minorais é apenas um primeiro passo em direção a garantias de segurança e para nos aproximarmos da paz. Nossa situação é difícil, mas não podemos simplesmente parar de lutar e não ter garantias de que Putin não retornará amanhã. O povo americano ajudou a salvar nosso povo. Humano e direitos humano vêm em primeiro lugar. Somos verdadeiramente grato. Queremos apenas relações fortes com a América, e realmente espero que as tenhamos”, finalizou Zelensky.
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Por Gazeta do Povo
