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Após informações dos setores de inteligência da Polícia Militar e de investigação da 143ª Delegacia de Polícia. — Foto: Polícia Militar
Após informações dos setores de inteligência da Polícia Militar e de investigação da 143ª Delegacia de Polícia. — Foto: Polícia Militar
Um homem conhecido como Magrelo, apontado pela polícia como um dos chefes do tráfico de drogas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, foi preso na noite desta segunda-feira (19).
Segundo a polícia, ele teria ligação com a facção criminosa TCP no município. O motorista do carro em que estava também foi preso. De acordo com os agentes, o suspeito afirmou que havia chegado à cidade para matar uma pessoa.
A prisão ocorreu na Rua Carolina Campos, no bairro Carulas, na localidade conhecida como Morro dos Cachorros, durante a terceira fase da Operação Caça ao Sicário, realizada em conjunto pelas polícias Civil e Militar.
De acordo com as forças de segurança, Magrelo era foragido da Justiça e tinha vindo do Rio de Janeiro para Itaperuna transportando arma e drogas.
Na revista, foram apreendidos uma pistola calibre 9 mm, sete carregadores municiados, 69 munições de calibre 9 mm, sete munições de calibre .40, acessórios para arma de fogo e 226 embalagens de maconha.
Após informações dos setores de inteligência da Polícia Militar e de investigação da 143ª Delegacia de Polícia, as equipes montaram a abordagem ao veículo.
Polícia investiga suspeita de envolvimento em homicídios
A Polícia Civil informou que Magrelo é apontado como mandante de homicídios na região e suspeito de ordenar a expulsão de moradores de determinadas áreas, além de impor punições violentas para demonstrar o domínio territorial da facção.
O delegado José Paulo Pires, titular da 143ª DP, afirmou que a força-tarefa também trabalha para esclarecer homicídios em Itaperuna e São José de Ubá.
“A atuação da força-tarefa está obtendo excelentes resultados. Todos os líderes do tráfico de drogas ligados a crimes de homicídio em Itaperuna e São José de Ubá já foram identificados”, afirmou o delegado.
“Muitos inquéritos policiais já estão concluídos, e a prisão desses criminosos será realizada em pouco tempo. Além dos crimes de homicídio e tráfico, eles responderão pela lei de combate ao crime organizado e pelo crime de domínio social estruturado, cuja pena máxima pode ultrapassar 40 anos”, acrescentou.
A comandante do 29º BPM, tenente-coronel Michelle Marcolongo, pediu que a população colabore com a segurança pública repassando informações de forma anônima pelo telefone da corporação, (22) 3282-0109, que também recebe mensagens por WhatsApp.
Fonte: G1.
