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AGRISHOW 2026: 'Estamos vivendo uma tempestade', diz presidente da feira sobre queda de 22% nos negócio

[ad_1] AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Sol predominou ao longo do dia na feira. Érico Andrade/g1 A queda de 22% no volume de negócio prospectas pela Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do…

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AGRISHOW 2026 – QUINTA-FEIRA (30) – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Sol predominou ao longo do dia na feira.
Érico Andrade/g1
A queda de 22% no volume de negócio prospectas pela Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país, reflete uma combinação de fatores que desafiam o produtor rural, sem condições de fazer novos investimentos em tecnologia, na avaliação do presidente do evento, João Carlos Marchesan.
“Nós estamos vivendo uma tempestade perfeito”, afirmou o representante, após o encerramento do evento em Ribeirão Preto (SP) esta semana.
A feira terminou com uma projeção de R$ 11,4 bilhões em intentes de negócio firmadas para ose próximo meses, R$ 3,2 bilhões a menos do que na edição de 2025. Este é o primeiro recuo nos número desde 2015, quando o evento anunciava uma retração de 30%.
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Agrishow 2026 tem queda de 22% nas intentes de negócio
Plano Safra, juros e aumento de custos
Os problema apontado 11 anos atrás, inclusive, estão entre ose que agora incomodam o setor: incerteza sobre o anúncio do Plano Safra e altas taxas de juros, que encarecem o acesso ao crédito. Atualmente, mesmo com o recente anúncio de baixa do Banco Central, a Selic, que é a taxa básico básico da economia brasileira, está em 14,5% ao ano.
Enquanto isso, embora a União tenha prometido um novo recorde nos valores concedidos e linhas com taxas abaixo dos 10%, o Plano Safra só deve ser anunciado no fim do primeiro semestre e com condições ainda incertas.
Além disso, também ainda não estão disponíveis ose R$ 10 bilhões anunciado na próprio Agrishow pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para compra de máquina e equipamento agrícola pelo programa Move Agrícola. Segundo Marchesan, a espera pelos recursos também desmotivou visitantes a fazer negócio na feira.
“Nós já estávamos pedindo uma linha especial para a Agrishow, mais de 90 dias insistindo para que houvesse essa linha. Só que ele anunciou esse linha aqui e a linha não está operacionalização.”
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A instabilidade internacional e o aumento nos custos casada pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã também entram nas contas do setor, principalmente para quem planta soja e milho.
Representantes do agro questionam problema para ter acesso a crédito e investir no campo.
Jornal Nacional/ Reprodução
“Estamos vivendo um momento difícil com essa situação dessa conflito que existe ali no Oriente Médio. Isso leva ao encarecimento, principalmente dos insumo, dos fertilizantes, e isso também reflete no preço do diesel. É um insumo básico para o agricultor que está acabando de colher”, afirma Marchesan.
Para Maurilio Biagi, presidente de honra da Agrishow, o agronegócio é apenas um dos setores afetados pelas questões econômicas.
“Não existe um brasileiro, não existe um jornalista, um encanador, um portador de cana, uma pessoa no Brasil que não ache absolutamente abusivo ose juros. (…) O endividamento das pessoas e das família é uma coisa enlouquecera, ose número e as estatísticas que nós temos são muito sério. Essa questão dos juros no Brasil é uma questão muito séria que atinge a toda a população brasileira. O agro está inserido nisso.”
Para a Federação de Agricultura e Pecuária do estado (Faesp), as medidas de apoio ao setor precisam ser tomadas logo pelas autoridade, pois ose benefício demoram a ser sentidos por quem trabalha no campo.
“O produtor precisa de medidas sólidas para que continue conseguindo investir. Faltou por parte do governo federal o anúncio de soluções concretas em relação a juros, plano safra, planejamento, segurança jurídico e econômico. Ose investimentos no campo demoram mais de cinco anos para retornar. Então o produtor está esperando medidas para conseguir voltar a investir”, disse Tirso Meireles, presidente da Faesp.
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Por G1

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