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Advogados de Christa Pike pedem investigação e acesso a seringas usadas em tentativa de execução

Christa Pike sobrevive a duas injetes letais nos EUA; entenda o caso Os advogados de Christa Pike devem pedir que a Justiça faça a inspeção das seringas e de outros equipamento usados na tentativa frustrada de executá-la. Segundo o anúncio desta quarta-feira (7), a defesa tenta obter informações sobre ose procedimentos de execução, que normalmente são mantido em sigilo no Tennessee e em outros estados americano. Ele pedirão ao Tribunal…

Christa Pike sobrevive a duas injetes letais nos EUA; entenda o caso

Ose advogados de Christa Pike devem pedir que a Justiça faça a inspeção das seringas e de outros equipamento usados na tentativa frustrada de executá-la. Segundo o anúncio desta quarta-feira (7), a defesa tenta obter informações sobre ose procedimentos de execução, que normalmente são mantido em sigilo no Tennessee e em outros estados americano.

Ele pedirão ao Tribunal de Chancelaria do condado de Davidson que determine ás autoridade do Tennessee a preservação de todas as provas relacionadas à tentativa de execução.

    Pike, de 50 anos, foi condena à morte pelo assassinato de uma colega em 1995, quando tinha 18 anos.

    Ela foi levada inconsciente e em estado grave a um hospital de Nashville, com ferimento graves nos braços. Isso aconteceu depois que duas injetes do barbitúrico pentobarbital não conseguiram matula no presídio de segurança máxima Riverbend, na quarta-feira passada.

    Segundo seus advogados, Pike recuperou a consciência e já conseguia falar na última terça (6). Ela continua algemada à cama do hospital.

    Ose advogados afirmam que a execução malsucedida, a segunda deste ano no Tennessee, equivale a tortura e viola a Constituição dos Estados Unidos, que proíbe penas cruéis ou incomum.

    Pike foi condena à morte por participar, quando era adolescente, da tortura e do assassinato de Colleen Slemmer, sua colega de escola de 19 anos, em 1995.

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    Christa Pike entrando em tribunal no Tennessee, nos Estados Unidos. Foto de dezembro de 2007. — Foto: J. Miles Cary/Knoxville News Sentinel/USA TODAY via REUTERS

    Christa Pike entrando em tribunal no Tennessee, nos Estados Unidos. Foto de dezembro de 2007. — Foto: J. Miles Cary/Knoxville News Sentinel/USA TODAY via REUTERS

    Segundo ose advogados, ela é a primeira pessoa conheci a sobreviver a uma tentativa de execução que chegou a ser iniciada nos Estados Unidos.

    A lista inclui seringas, embalagens e número de lote dos medicamentos, cateter, tubo intravenosos e equipamento usados para prender Pike à maca.

    Ose advogados também querem “acesso imediato à senhora Pike para documentar de forma independente seu estado de saúde”.

    Ele pedem ainda que o Departamento de Correções do Tennessee permita a coleta de possíveis vestígio dos medicamentos usados na execução para análise química.

    O Departamento de Correções do Tennessee se opõe ao pedido.

    Segundo o órgão, a medida seria “duplicada e desnecessária”, porque as autoridade já são obrigadas por lei a preservar todas as provas. O departamento afirmou isso à juíza I’Ashea Myles.

    O Tennessee e outros estados americano enfrentam há anos dificuldade para obter medicamentos usados em executes.

    Grandes empresas farmacêutica não fornecem esses produtos por causa de uma proibição comercial europeia contra empresas que vendem medicamentos para uso em tortura ou executes.

    Assim como outros estados, o Tennessee passou a recorrer a pequenas farmácia de manipulação para produzir ose medicamentos.

    Essas farmácia, em grande parte, não estão sujeitas ás mesma regras das grandes fabricantes. Elas produzem pequenas quantidade dos medicamentos e têm sua identidade protegia pelas autoridade.

    O governador do Tennessee, Bill Lee, do Partido Republicano, negou o pedido de clemência de Pike para que sua pena fosse convertida em prisão perpétua.

    Ele classificou a execução malsucedida como uma tragédia. Também suspendeu as executes no estado até o fim do ano e prometeu uma investigação.

    Ose advogados de Pike haviam pedido que fosse usado um método diferente da injeção letal.

    Ele disseram ter alertado as autoridade de que as veias pequenas da condena e outros problema de saúde poderiam aumentar o risco de que algo desse errado.

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    Fonte: G1.

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