Caju de Leitores anuncia convidados e programação da 5ª edição

Portal Inhaí
22 Min Read


Nos dias 2, 3 e 4 de setembro de 2026, a Oca Tururim, na Aldeia Xandó, Território Indígena Barra Velha, em Porto Seguro (BA), recebe a 5ª edição do Caju de Leitores, que contará com a primeira presença latino-americana no evento – a indígena argentina Mariela Tulián. Além dela, a ativista guarani Geni Nuñez e o autor-ilustrador Maurício Negro também estão confirmados.

O evento tem como eixo temático “Um Manifesto de Bichos”, e pretende dar voz aos animais por meio das rodas de conversa, contações de histórias, encontros literários e atividades desenvolvidas com as escolas e, com isso, reconhecê-los como seres que participam das histórias, das memórias e dos conhecimentos compartilhados entre gerações.

Entre os convidados que serão recepcionados pelo escritor indígena e liderança da Aldeia Xandó, Sairi Pataxó, estão ainda a anciã e liderança Pataxó, e homenageada da edição 2026, Maria Coruja; a indígena Vanessa Guarani Ratton, da etnia Guarani M’bya, e vencedora do Prêmio Jabuti 2023, na categoria Fomento à Leitura, como coautora e editora de “Guerreiras da Ancestralidade”; o professor e guardião da língua ancestral do povo Pataxó, Apêtxienã Pataxó; a escritora e contadora de histórias Auritha Tabajara, reconhecida como a primeira mulher indígena a publicar cordéis no Brasil; a amapaense do povo Galibi-Marworno, Lucia Tucuju, escritora, roteirista, atriz e narradora de histórias.

Giovanna Pataxó, educadora e defensora da língua Patxohã; a pedagoga e mestre em Educação, Carina Pataxó; Sol Itaputyr, artista, roteirista e empreendedora indígena do povo Jeripankó; Sebastian Gerlic, mediador cultural, produtor e empreendedor social argentino; o jovem ativista e artista indígena da Aldeia Mãe Barra Velha, Tucunã Pataxó; a professora, pesquisadora, escritora e primeira membra indígena da Academia de Letras de Porto Seguro, Adriana Pesca Pataxó; e a artista-símbolo de Caraíva, a pintora e educadora popular Duca Caraíva completam a lista de convidados de 2026.

A idealizadora do Caju de Leitores, Joanna Savaglia, revelou que a face mais bonita do festival é a adesão que os pataxós fazem do festival, assim como o reconhecimento dos povos indígenas visitantes e, claro, ver o crescimento e fortalecimento da (leitura da) literatura dos povos originários. “Esse ano teremos nossa primeira convidada internacional, a argentina Mariela Tulian. O Caju vai transformar Porto Seguro no maior polo de literatura indígena do Brasil, mirando a América Latina”, acrescentou.

SOBRE O FESTIVAL

O Festival Caju de Leitores chega à sua 5ª edição com o tema “Um Manifesto de Bichos”, que propõe reconhecer os animais como seres que participam das histórias, das memórias e dos conhecimentos compartilhados entre gerações. O texto estabelece relações entre bichos, ancestralidade, território, língua, natureza e os modos indígenas de compreender a existência.

Tendo como eixos a formação de leitores, a ampliação do acesso à literatura indígena e o encontro entre escritores, artistas, educadores, estudantes, lideranças e comunidades, a programação – gratuita – contará com rodas de conversa, encontros com autores, contações de histórias, apresentações culturais, atividades educativas e ações relacionadas à literatura, à oralidade, à língua, ao território e à natureza.

O Festival Caju de Leitores é uma realização do Ministério da Cultura e da Savá Cultural. Conta com patrocínio da Neoenergia e do Itaú, via Lei Rouanet, além da Secretaria Municipal de Educação de Porto Seguro, por meio da Superintendência de Cultura e Patrimônio Histórico. Tem ainda parceria acadêmica da Universidade Federal do Sul da Bahia.

CONFIRA TODOS OS CONVIDADOS CONFIRMADOS:

Mariela Tulián — apresentação breve

Mariela Tulián é uma casqui curaca (uma autoridade tradicional) da Comunidade Tulián (parte da Nação Comechingón) nas Serras de San Marcos, na província de Córdoba, Argentina. Escritora, educadora e liderança indígena, é autora de Zoncoipacha: Do coração do território — o legado de Francisco Tulián — obra que recebeu menção especial no Prêmio Nacional de Literatura da Argentina —, bem como de La pequeña Francisca: Una colección de más de 50 cuentos para la educación, De la tierra floreciente: Poesía de Abya Yala e vários livros publicados pela Fundação Thydêwá no Brasil, além de coordenadora do projeto Kamiare, Voces del Origen (Kamiare, Vozes da Origem), que oferece formação de professores em educação intercultural, educação ambiental e emocional e revisionismo histórico. O projeto é apoiado pela ONU, UNESCO e UNICEF para a Comissão Mundial da Paz. Mariela carrega a memória viva de seu território tanto em sua voz quanto em sua escrita.

Geni Núñez

Ativista indígena guarani, escritora e psicóloga, Geni Núñez tem pós-doutorado no Instituto de Estudos Avançados da USP e doutorado em Ciências Humanas pela UFSC. Integra a Articulação Brasileira de Indígenas Psicólogos/as e é coassistente da Comissão Guarani Yvyrupa. É autora de “Descolonizando Afetos”, “Jaxy Jaterê” e “Felizes por enquanto”.

Maurício Negro

Autor-ilustrador, designer gráfico, editor, curador e gestor cultural, Maurício Negro desenvolve projetos relacionados à natureza, ancestralidade, multiculturalismo e biodiversidade. Colaborou com dezenas de autores indígenas, participou de exposições no Brasil e no exterior e recebeu reconhecimentos como White Ravens, NOMA, Jabuti e FNLIJ.

Sairi Pataxó

Sairi é escritor, contador de histórias, fotógrafo e ativista pelo meio ambiente. Reconhecida liderança comunitária, endereça questões sociais e culturais na Aldeia Indígena Pataxó Xandó. Tomou gosto pelas histórias antigas de seu povo, contadas por seus pais e avós, e, desse gosto de infância, nasceu o livro “Boitatá e Outros Casos de Índios”, obra de autoria individual, mas que preserva uma memória coletiva. Fala das bravuras dos guerreiros, dos encontros com os encantados, dos ensinamentos da medicina tradicional e do modo de vida de um povo.

Maria Coruja

Liderança Pataxó e homenageada do Caju de Leitores 2026, Maria Coruja vive atualmente na Aldeia Pará e é uma das sobreviventes do Fogo de 1951. Desenvolve trabalho com crianças e jovens do grupo Marujinhos Pataxó, ensinando cantigas antigas e resgatando brincadeiras tradicionais.

Maria Coruja, nome de Maria Bernarda da Conceição, é anciã, liderança e mestra dos saberes ancestrais Pataxó. Aos 90 anos, atua na transmissão da memória e da cultura de seu povo, ensinando cantigas antigas e brincadeiras tradicionais às crianças e aos jovens do grupo Marujinhos Pataxó. Sobrevivente do Fogo de 51, é também benzedeira, parteira, conhecedora das medicinas tradicionais, compositora e contadora de histórias. Participa ativamente do movimento indígena e de encontros em diferentes regiões do Brasil.

Vanessa Guarani Ratton

Pertencente à etnia Guarani M’bya, Vanessa Guarani Ratton é professora, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, psicopedagoga e especialista em O Livro para a Infância, Justiça Restaurativa e Cultura de Paz. Atua como formadora de educadores em culturas indígenas, tem livros selecionados pelo PNLD/MEC, foi indicada ao Prêmio Internacional Astrid Lindgren 2026 e venceu o Prêmio Jabuti 2023, na categoria Fomento à Leitura, como coautora e editora de “Guerreiras da Ancestralidade”.

Apêtxienã Pataxó

Professor e guardião da língua ancestral do povo Pataxó, Apêtxienã Pataxó ensina Patxôhã na Escola Indígena Pataxó Coroa Vermelha, extensão Aroeira, e integra a coordenação do Grupo de Pesquisa da Língua Pataxó – Atxôhã. Cursa Formação Intercultural para Educadores Indígenas na UFMG.

Auritha Tabajara

Escritora, cordelista e contadora de histórias, Auritha Tabajara é reconhecida como a primeira mulher indígena a publicar cordéis no Brasil. Autora de livros que reúnem memória, resistência e poesia, venceu o Prêmio Jabuti 2024 e integra a Academia Internacional de Literatura Brasileira.

Lucia Tucuju

Do povo Galibi-Marworno, do Amapá, Lucia Tucuju é escritora, roteirista, atriz e narradora de histórias. Integra o Mulherio das Letras Indígenas, coletivo com o qual recebeu o Prêmio Jabuti em 2023, e é professora de Literaturas Indígenas em cursos de pós-graduação.

Giovanna Pataxó

Mulher indígena do povo Pataxó, educadora e defensora da língua Patxohã, Giovanna Pataxó atua como professora e desenvolve práticas pedagógicas para crianças e jovens. É presidente do Conselho da Juventude Pataxó da Bahia (CONJUPAB), incentivando a formação, a liderança e a defesa dos direitos dos povos indígenas.

Carina Pataxó

Pedagoga e mestre em Educação pela UFRJ, Carina Pataxó é doutoranda em Educação na mesma universidade, com estágio na University of Cambridge. Pesquisa literatura indígena, atua como professora de biblioteca e integra o curso pré-vestibular para mulheres indígenas Jenipapo Urucum.

Sol Itaputyr

Artista, roteirista e empreendedora indígena do povo Jeripankó, Sol Itaputyr é fundadora da Pindorama Comics. Cria e difunde narrativas indígenas em quadrinhos, articulando memória, fantasia, ancestralidade e protagonismo dos povos originários.

Sebastian Gerlic

Mediador cultural, produtor e empreendedor social, Sebastián Gerlic soma mais de 40 anos de atuação em cinema, audiovisual, artes e comunicação. Nascido na Argentina em 1969, onde se formou diretor cinematográfico, vive no Brasil desde 1994, convivendo com povos indígenas e dedicando-se aos estudos do xamanismo. É sócio-fundador da ONG Thydêwá (2002), criada em parceria com lideranças indígenas de vários povos, e hoje preside a organização, que reúne mais de 400 indígenas de diversas etnias e desenvolve projetos inovadores de educomunicação, cultura e tecnologia — como “Índios na visão dos índios”, “Índios On-line” e “Índio quer paz” —, e dirigiu obras audiovisuais como “Mensagens da Terra”, “Inteligência Ancestral” e “O Canto da Lua”. Seu trabalho já foi reconhecido com o Prêmio Direitos Humanos da Presidência da República, entregue pelo presidente Lula. Promotor da diversidade cultural em diálogo, Sebastián valoriza os saberes tradicionais indígenas e espalha a cultura da paz e do bem viver.

Tucunã Pataxó

Jovem ativista e artista indígena da Aldeia Mãe Barra Velha, Tucunã Pataxó atua com tatuagem e arte ancestral. Seu trabalho reúne grafismo indígena, pintura corporal, artesanato em madeira, murais, quadros e tecidos.

Adriana Pesca Pataxó — Hitxá Pataxó

Adriana Pesca (Hitxá Pataxó) é indígena do povo Pataxó, professora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), no Centro de Formação em Artes e Comunicação, e atua há quase duas décadas na educação. Foi professora das redes municipal e estadual de Educação Escolar Indígena de Santa Cruz Cabrália. É mestra em Ensino e Relações Étnico-Raciais, especialista em Ensino e História da Cultura Afro-Brasileira e Africana, licenciada em História e em Formação Intercultural em Educação Escolar Indígena, na área de Artes e Linguagens, e doutoranda em Estado e Sociedade.

Pesquisa autoria indígena, escrita-resistência e poéticas do corpo-território indígena. É vice-coordenadora do Bacharelado Interdisciplinar em Artes da UFSB, representante do Fórum de Educação Escolar Indígena da Bahia (FORUMEIBA) e coordenadora do núcleo Ação Saberes Indígenas nas Escolas — UFSB/UNEB. Integra grupos de pesquisa e o Mulherio das Letras Indígenas, participa da coletânea “Álbum biográfico das mulheres indígenas”, vinculada ao Prêmio Jabuti de Fomento à Leitura de 2023, e é autora de “Escritas Ancestrais: entre maracás e retomadas” (SM Educação, 2025). É poeta, escritora, pesquisadora e membro da Academia de Letras de Porto Seguro.

Duca Caraíva

Uma das personalidades mais emblemáticas, queridas e marcantes de Caraíva, no sul da Bahia, Duca Caraíva é artista-símbolo do vilarejo: pintora autodidata, cozinheira, dançarina e educadora popular. Gaúcha de nascimento, trocou o frio do Rio Grande do Sul pelo calor do litoral baiano aos 34 anos, quando decidiu seguir o chamado de uma vida mais simples e conectada à natureza.

Em Caraíva, construiu a própria casa com barro e afeto, abriu uma pousada, fundou um restaurante vegetariano e vegano ao lado da filha, alfabetizou crianças, deu casa e afeto aos animais e pintou os muros do vilarejo — sendo precursora das casinhas coloridas, da prática de yoga e das festas de forró na comunidade. Aos 89 anos, segue ativa, dançando forró todas as noites, plantando flores, cuidando da terra e espalhando sabedoria.

Sua obra foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial de Porto Seguro e, em 2026, ela lança seu primeiro livro, “Encare e vá”, pela Editora Martins — um pedaço de uma história que não cabe em molduras.

Legenda: Sairi Pataxó, Maria Coruja, Lucia Tucuju e Auritha Tabajara são alguns dos
convidados do Festival Caju de Leitores
Crédito: Festival Caju de Leitores
Legenda: Adriana Pesca, Tucunã Pataxó, Vanessa Guarani e Giovanna Pataxó também
tem encontro marcado com a literatura indígena
Crédito: Festival Caju de Leitores
Legenda: O Festival tem presença confirmada de Mariela Tulián, Geni Núñez, Maurício
Negro e Apêtxienã Pataxó
Crédito: Festival Caju de Leitores
Legenda: Carina Pataxó, Sol Itaputyr, Sebastian Gerlic e Duca Caraíva completam o time
de convidados da edição de 2026
Crédito: Festival Caju de Leitores

PROGRAMAÇÃO DA 5ª EDIÇÃO DO CAJU DE LEITORES

2 de setembro: literatura infantil, língua Patxohã e saberes do território

A abertura da programação, na quarta-feira (2), será conduzida pelo cacique Marrudo Pataxó, da Aldeia Xandó, e por Maria Coruja, anciã e mestra dos saberes ancestrais, homenageada nesta edição. Em seguida, Giovanna Pataxó e Apêtxienã Pataxó participam da roda “Como chamamos os bichos em Patxohã: histórias de aldeia”.

À tarde, o Vozes da Escola abre espaço para produções de estudantes. A programação segue com a mesa “Descolonizando afetos na literatura indígena infantil: o que os bichos nos ensinam”, com Geni Nuñez e Auritha Tabajara, e termina com a apresentação do Grupo Cultural da Aldeia Xandó.

3 de setembro: livros, educação indígena e conhecimentos entre gerações

Na quinta-feira (3), Maria Coruja e Auritha Tabajara iniciam as atividades com uma contação de histórias. Mariela Tulián, Sairi Pataxó e Sebastian Gerlic participam da roda “Povos indígenas de Abya Yala: conexão ancestral por meio do livro literário indígena — quem é o nosso bicho ancestral?”. A manhã também terá apresentação da Cia. de Teatro Livro Aberto.

A programação da tarde inclui o Vozes da Escola, a apresentação da I Pesquisa Caju de Leitores e a roda “Educação indígena inclusiva: para humanos e não humanos”, com Vanessa Guarani Ratton, Carina Pataxó e Lucia Tucuju. O segundo dia termina com a apresentação do Grupo Cultural do Porto do Boi.

4 de setembro: imagens, grafismos e encontro com autores

No último dia, sexta-feira (4), Maria Coruja e Lucia Tucuju participam de uma contação de histórias. Na sequência, Maurício Negro, Sol Itaputyr e Tucunã Pataxó integram a mesa “Quando as imagens também contam as histórias dos bichos”, dedicada às relações entre imagens, grafismos, desenhos e narrativas.

À tarde, depois do Vozes da Escola, a Colheita de Livros promoverá um encontro do público com autores convidados. A apresentação dos Marujos Pataxó encerrará a programação do festival.

Jornada reúne formação, pesquisa e debates sobre literaturas indígenas

No dia 1º de setembro, das 9h às 11h, o Centro de Cultura de Porto Seguro recebe a III Jornada de Literaturas Indígenas da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), atividade parceira que antecede a programação principal do Caju de Leitores. O encontro é gratuito e voltado especialmente a professores das redes pública e privada, educadores indígenas e estudantes universitários.

A Jornada propõe fortalecer as práticas pedagógicas a partir das literaturas indígenas, promovendo o diálogo entre os saberes originários e a educação formal. A atividade também se apresenta como espaço de formação, troca de experiências e difusão da literatura produzida por autores indígenas no Sul da Bahia.

Durante a programação, serão apresentados os resultados da I Pesquisa Caju de Leitores, que investiga a relação de crianças e jovens de escolas indígenas de Porto Seguro e do distrito de Caraíva com os livros e a leitura em diferentes contextos escolares.

Às 19h, no Campus Sosígenes Costa da UFSB, em Porto Seguro, a programação continua com a Varanda Indígena, mesa-redonda sobre ensino e literaturas indígenas, com Vanessa Guarani Ratton e Paulo de Tássio Borges da Silva.

Inscreva-se na Jornada

Programação completa — Caju de Leitores 2026

2 DE SETEMBRO — QUARTA-FEIRA

7h30 — Recepção e acolhimento das escolas e do público em geral

8h — Abertura com o cacique Marrudo Pataxó, da Aldeia Xandó, e Maria Coruja, homenageada do Caju de Leitores 2026

9h — Como chamamos os bichos em Patxohã: histórias de aldeia, com Giovanna Pataxó e Apêtxienã Pataxó

10h30 — Território Vivo: ICMBio (Palco Sabará)

14h — Vozes da Escola (Palco Sabará)

14h30 — Abertura, com Sairi Pataxó, lideranças indígenas e representantes da Prefeitura de Porto Seguro

15h30 — Descolonizando afetos na literatura indígena infantil: o que os bichos nos ensinam, com Geni Nuñez e Auritha Tabajara

17h — Apresentação do Grupo Cultural da Aldeia Xandó

3 DE SETEMBRO — QUINTA-FEIRA

7h30 — Recepção e acolhimento das escolas e do público em geral

8h — Contação de histórias com Maria Coruja e Auritha Tabajara

9h — Povos indígenas de Abya Yala: conexão ancestral por meio do livro literário indígena — quem é o nosso bicho ancestral?, com Mariela Tulián, Sairi Pataxó e Sebastian Gerlic

10h30 — Apresentação da Cia. de Teatro Livro Aberto (Palco Sabará)

14h — Vozes da Escola (Palco Sabará)

14h30 — Apresentação da I Pesquisa Caju de Leitores

15h30 — Educação indígena inclusiva: para humanos e não humanos, com Vanessa Guarani Ratton, Carina Pataxó e Lucia Tucuju

17h — Apresentação do Grupo Cultural do Porto do Boi

4 DE SETEMBRO — SEXTA-FEIRA

7h30 — Recepção e acolhimento das escolas e do público em geral

8h — Contação de histórias com Maria Coruja e Lucia Tucuju

9h — Quando as imagens também contam as histórias dos bichos, com Maurício Negro, Sol Itaputyr e Tucunã Pataxó

10h30 — Território Vivo: Caraíva Proteção Animal (Palco Sabará)

14h — Vozes da Escola (Palco Sabará)

14h30 — Colheita de Livros — Encontro com Autores, com Duca, Adriana Pesca, Lucia Tucuju, Auritha Tabajara, Geni Nuñez, Maurício Negro, Carina Pataxó e outros convidados

15h30 — Apresentação dos Marujos Pataxó

Fotos de edições passadas:



Por Midia Ninja

Share This Article
Nenhum comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *