Foi o que possivelmente aconteceu nas duas prisões em Goiânia. Em ambos, as sentenças dos juízes estavam corretas, mas na parte superior do mandado de prisão apareceram os dados dos inocentes, todos de fato pertencentes a eles (como datas de nascimento, filiação e CPF). No entanto, na síntese, ou seja, no resumo da decisão que baseou o mandado, na parte inferior do documento, os nomes eram dos verdadeiros alvos das ordens judiciais. Ninguém percebeu a divergência.
