A delegação do Alto Tietê esteve presente na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em Brasília, representando a região num encontro decisivo para a construção de políticas de gênero no país. O grupo levou ao debate nacional as demandas locais e contribuiu para a formulação de propostas que visam ampliar direitos e fortalecer a cidadania das mulheres
.Representaram a região: Cida Mattos (Suzano), Vânia Pereira (Mogi das Cruzes), Rosana Pierocet (Mogi das Cruzes), Euniciana (Mogi das Cruzes) , Eliana Nunes (Guarulhos) ,Mildima Ferreira Lima (Poá), Alessandra Félix(Suzano) ,Francisca -Chicona(Suzano) e Juliana Delfino( Ferraz de Vasconcelos). Para as participantes, a conferência foi uma oportunidade de reafirmar a importância da articulação regional e de conectar as experiências do Alto Tietê às pautas nacionais.
(esta seção foi editada varias vezes pedimos desculpas a falta de informação e contribuições para matéria deixou algumas delegadas de fora da lista aqui publicada pedimos que se ainda houver mais pode nos chamar e editamos)
Muitas das representantes também participaram da edição de 2016, o que permitiu uma avaliação crítica do cenário atual. Segundo elas, houve retrocessos importantes desde o golpe contra a então presidenta Dilma, mas a presença na conferência serviu para registrar essas perdas e fortalecer a mobilização contra retrocessos futuros. “Podemos relatar todos os retrocessos que tivemos, mas também mostramos nossa resistência e disposição para seguir avançando”, disseram as delegadas.
A plenária nacional foi marcada por diversidade e participação ampla. Apesar de alguns contratempos organizacionais, as propostas apresentadas pela delegação do Alto Tietê foram aprovadas com folga, sinalizando o reconhecimento das demandas locais no corpo de proposições nacionais.
As representantes destacaram a importância da construção coletiva: a participação na conferência resultou em articulações políticas, trocas de experiência e fortalecimento de redes de apoio que serão levadas de volta aos territórios. A avaliação é de que essa presença institucional contribui para tornar as políticas públicas mais sensíveis às realidades periféricas e às especificidades regionais.
O grupo informou que seguirá atuando de forma articulada no retorno às cidades da região, com a meta de implementar as deliberações aprovadas e ampliar a participação popular nas instâncias locais de decisão. “Seguimos firmes para garantir políticas públicas que atendam às necessidades das mulheres do Alto Tietê e do Brasil, com coragem, solidariedade e compromisso”, concluíram.
