Os acusados haviam sido absolvidos em júri popular, em março, em Belo Horizonte, onde ocorreu por questões de segurança. Por uma votação de 4 a 3, os jurados entenderam que não havia provas suficientes para a condenação de Ailton Moreira Júnior e Arthur Miguel Teixeira Moreira que, segundo o inquérito policial, estavam no carro de onde partiram os disparos que atingiram a menina.
