No entanto, Kilmar se declarou inocente, e seus advogados buscam negociar um acordo com o governo Trump para evitar a deportação para a Uganda. Sem um acordo, ele poderia ser enviado o país africano, considerado “muito mais perigoso”, de acordo com documentos judiciais apresentados no sábado. O governo da Uganda afirmou ter feito um acordo com os EUA para receber imigrantes ilegais que Trump queira deportar.
