“É perceptível que o próprio fluxo de romeiros vem aumentando. Hoje a gente vive um fluxo de romaria permanente. E entre esses romeiros, a presença das crianças, dos jovens. Ou seja, aquilo que é de Deus permanece. Aqueles que acompanharam seus pais, seus avós permanecem. Existe um jeito diferente do jovem de hoje expressar a fé. Ele não vem somente para a celebração da santa missa, mas visita outros lugares. O jovem tem seu jeito próprio de viver, assume a missão e já se torna responsável pelas caravanas de romeiros das suas cidades de origem”, diz o sacerdote.
